Por que ir
O Regio combina uma instituição do século XVIII com o edifício do século XX de Carlo Mollino. Esse contraste é seu atrativo: a antiga casa de ópera real pertencia a Savoy Turin, enquanto o atual auditório dá à empresa uma identidade arquitetônica diferente. Uma visita guiada pode revelar o saguão, o auditório e as áreas de trabalho por trás das apresentações.
O que observar
- O teatro atual é o edifício 1973 de Carlo Mollino.
- O saguão e o auditório mostram a casa moderna da tradição da ópera real de Turim.
- Visitas guiadas podem incluir áreas de palco, ensaio ou fantasias quando disponíveis.
A história completa
O Teatro Regio começou como uma casa de ópera real no século XVIII, quando a corte Savoy tornou a música e o espetáculo parte da vida pública de Turim. O teatro original abriu em 1740, mas o prédio Os visitantes veem que hoje pertence a uma era muito diferente. Depois que o fogo destruiu a antiga casa no século XX, Carlo Mollino projetou um novo teatro que abriu em 1973. Essa pausa torna o Regio especialmente Interessante ao lado das fachadas mais antigas da Piazza Castello. Continua uma longa tradição operística sem fingir ser a estrutura original. Uma apresentação coloca o auditório no uso pretendido; uma visita guiada, quando oferecida, pode mostrar como o saguão, o palco e os espaços de trabalho apoiam esse momento público. A mudança na rota dos bastidores é um lembrete de que este é um teatro ativo, em vez de uma sala de palácio preservada.
Bom saber
- Escolha uma apresentação para a própria ópera; use uma visita guiada se a arquitetura e o trabalho nos bastidores forem a prioridade.
- Verifique o programa de visitas do teatro, já que a rota muda em torno das apresentações.
- Permita que o teatro tenha seu próprio tempo, em vez de tratar um passeio como parte de um passeio exterior na Piazza Castello.
Sua próxima visita
Estimado · Cenário informado e estimativas; sem horários, clima, filas ou reservas ao vivo.
Visita interna · 30–45 min
É preciso conferir acesso, ingresso ou duração útil.
